Comentário Popular

Cannabis – a erva do proletariado

Camaradas, vou primeiro me apresentando. Meu nome é Elemério Zangu de Piá, sou socialista de nascença, formado em sociologia pela USP. Atuei anteriormente em jornais imparciais em defesa do povo como A Nova Democracia, no Portal Vermelho e em outros serviços de comunicação, sempre operando em prol do proletário brasileiro, denunciando a opressão exercida pelo imperialismo do EEUU e a ameaça neo-liberal capitalista. Abordarei nesse texto breve um assunto muito recorrente na mídia alienativa brasileira, o uso de uma planta conhecida como Cannabis sativa para fins naturais de fumo, que vem sendo embatida pelo PIG há muito tempo. Sabe-se que esta planta natural de uso muito comum e agradável está presente na cultura de muitos países explorados, e foi criminalizada pelo movimento iniciado nas grandes potências apoiado pela mídia golpista nacional para fins inescrupulosos.

É de conhecimento dos camaradas que o cigarro convencional, feito a base de nicotina, é produzido por um monopólio corporativo estadunidense que sustenta lucros espoliativos baseado na exploração do trabalhador e na monocultura, se manifesta na mídia pelo marketing capitalista selvagem infiltrando a imagem desse objeto de fumo criado para viciar o proletário e fazer concentrar o capital nas mãos dos grandes empresários do alcatrão, revertendo o consumidor de baixa renda para o estado de pobreza, como previsto por Marx. Há poucos instrumentos que atuem de forma tão radical em prol do imperialismo estadunidense como o cigarro industrializado de tabaco.

A maconha, entretanto, é plantada na agricultura familiar de maneira ambientalmente responsável, em corporativas de tendência socialista que dividem o lucro gerado entre os membros da comunidade, e revendidas diretamente pelas mãos do Povo na mão de comerciantes informais (os injustamente chamados “criminosos”), agentes de libertação social e econômica das mãos da burguesia. Os revendedores de canábis em geral não concentram o capital e o revertem na compra de outras “drogas” (desculpem o termo burguês e golpista) ou itens de consumo para as comunidades em questão, sendo assim estes “traficantes” revolucionários diretos na socialização e redistribuição de renda de morros e comunidades carentes.

Como é sabido por todos, inclusive pelo imparcial e democrático sítio Uiquipédia, a marijuana não tem efeito danoso nenhum ao corpo humano, ao contrário, produz efeito espiritual e aumenta as capacidades cognitivas e a inteligência do usuário. Por estas razões, grande parte do consumo da canábis no Brasil se concentra entre a parcela madura e psicologicamente equilibrada de vários cursos universitários de humanas, como forma de protesto contra as instituições universitárias burguesas, o cenário musical, o imperialismo do EEUU, a instituição familiar, a religião, a moral, a mídia alienativa, a ameaça reacionária neo-liberal e a falsa ética instituída pelas grandes potências. Estes jovens, cansados de ser instrumentos diretos do capitalismo explorativo do proletário, servindo para a formação do sistema do mercado de trabalho neo-liberal hierárquico e estagnado na cadeia de consumo, utilizam da cigarrilha de canábis como meio de ação social.

Dessa forma, contribuem para a distribuição de renda e dissociação das concentrações de capital, fortalecem as comunidades carentes e acima de tudo se tornam indivíduos conscientes, elementos de transformação de um mundo mais justo no socialismo.

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